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Novos Serviços para Novos Negócios

Você já ouviu falar em Social Business?

Fica difícil precisar o termo correto, ou aquele que melhor define esse comportamento institucional do mercado. Negócios Sustentáveis, Inovação Social, são algumas outras possibilidades de nome.

Mais interessante que ficar divagando sobre o nome é pensar maneiras de colocar em prática tal atividade. Entrei em contato com um material de vídeo que foi proveitoso no sentido de estimular uma reflexão sobre o assunto. É importante que os grandes empresários possam falar a respeito disso. Nào apenas os que são a favor, ou simpatizantes, mas aqueles que não entendem, ou tem dúvidas.

O Social Business é uma nova forma de pensar a economia, sua filosofia é muito simples: fazer negócios que possam, em seu resultado final, beneficiar o maior número de pessoas, pois assim estarei pensando em um bem duradouro para o meu negócio. É um pensamento que se torna possível no momento em que a lógica circular começa a ser aceita. Não podemos pensar apenas no presente, nada é criado do nada, tudo é fruto de transformações, vamos investir para que essa transformação seja cada vez mais positiva.

O Setor 2.5 é a área que se abre para esse novo tipo de negócio, pois une o potencial de investimento e tecnolgia das empresas, ao olhar social das ONG`s. Nesse sentido que se busca agora uma inteligência capaz de construir formas de lucro dentro dessa lógica, onde o compartilhar é mais forte que o acumular.

Nesse sentido são muitos os serviços demandados, coisas que ainda não sabemos serem necessárias, porém com a evolução dessa tendência, passaremos por uma re-estruturação dos serviços, pois todas as formas hoje padrão de relacionamento fornecedor-produto-cliente vão se renovar. Cabe a nós a inteligência de criar e propor.

A Estúdio Nômade esta interessada em novos formatos de serviço em comunicação. É na complexidade dessas novas relações que trabalhamos, motivados pelo desejo de encontrar alternativas ao padrão, propor soluções que atendam essa tendência colaborativa do mercado e participar da construção de um mundo dinâmico, que se renova e precisa de constantes atualizações em sua estrutura.

Link para o vídeo:

http://vimeo.com/1481972


Daniel M. C.

Estante em Relação {1]

Danilo Christidis

Foto:Danilo Christidis

O que seria uma Estante Pública 1 * Sessão Civismo Poético * instalada em uma parada de ônibus próximo a rótula da Nilo Peçanha? Nosso civismo carregará mais poesia para mantê-la ali onde está por mais tempo além das duas semanas que já se encontra habituada? O que a Estúdio Nômade quer com isso? Quem conseguiu ver os livros de Direito e de Poesia que foram colocados na estante no seu primeiro dia de vida? E se as calçadas fossem mais cheias de beleza? A nossa poesia transformaria o mundo? As relações seriam mais sinceras se houvesse uma ampliação das nossas facetas aprisionadas por condicionantes pseudo- sociais? Com que  razão as pessoas estão levando embora os livros da estante sem deixar nenhum pingo de emoção trocada? É assim que estabelecemos nossas relações? E se tivesse uma câmera vigiando? Ou grades de clausura fria que separam a poesia da realidade de convivência pública? Boa pergunta? Isto é arte? Um estímulo para se respirar com mais profundidade e oxigenar nossas idéias? Isso não é apenas um estímulo a leitura? Isso é processo? Isso é transformação? Isso é experiência adaptada? Porque tantas perguntas? Pelo prazer da criação?

www.estantepublica.blogspot.com

Aron K.L

Contemporâneo Trabalho em Processo

How to explain paintings to a dead hare. Schmela Galerie, Dusseldorf, 1965.

Joseph Beuys. Performance: How to explain paintings to a dead hare. Schmela Galerie, Dusseldorf, 1965.

As novas linguagens contemporâneas criativas admitem cada vez mais o processo como objeto principal de análise. Personagem principal dentre as características de uma história, o processo se tornou crucial para o desenvolvimento de temáticas inteligentes. É a partir de um fluxo de assossiações, uma rede de interesses/sensações/sincronicidades, que se cria um roteiro/storybord. Não o contrário. Ou seja, antes da idéia, está a emoção. Assim o conceito tem vida própria, caminha sozinho… se torna inteiramente dependente do processo, é permeado pelo risco, pois pode não se transformar em um produto final.

A obra em eterna mutação, a arte que se confunde com a vida do artista que a cria, onde começa um e acaba o outro. Experiências-limite de performers que fazem da idéia uma realidade e da realidade uma ficção. Artistas como Joseph Beuys e Vito Acconci mostram um climax cosmológico criando imagens-conceito que desafiam o real. Colocam a sanidade em jogo, por que desafiam os limites da sua razão.

Nesse percurso cabe a cada um encontrar seu enredo, sua trajetória. E se tiver coragem, desafiá-lo, descobrindo o que existe por detrás das cortinas, contando com a vida uma história sem cortes.


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