Textos categorizados 'nomidia'

Só sabe quem tem :::

Estúdio Nômade

Cliente: FOM

Campanha Lançamento da marca em Porto Alegre

Junho 2009

Este são os bastidores da campanha de lançamento da marca FOM, planejada pela Estúdio Nômade. Toda concepção foi montada sob uma plataforma de mídias alternativas. Foram escolhidos locais de trânsito na cidade para gerar uma experiência emocionante no público.

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As fotos a cima foram feitas nos ensaios, momento em que nossos agentes trabalharam na incorporação dos personagens que iam ganhar forma nas ruas. O clima era de dia dos namorados, aproveitamos a deixa para acrescentar um pouco mais de paixão ao cotidiano dos portoalegrenses.

Algumas frases das pessoas que viram o que aconteceu:

“Nossa olha o cara!”

“Bah, tu viu!? Eles não estão brincando, é sério mesmo!”

“Isso tudo por causa de uma almofada”

Algumas imagens dos encontros foram registradas com nossas lentes especiais.

Com isso, a FOM buscou mostrar um pouco da sua cara para a cidade que está recebendo muito bem os produtos da marca. O posicionamento da marca, voltado para bem-estar, qualidade de conforto e design ficou evidente nessa experiência que a Estúdio Nômade colocou em prática através de uma proposta customizada e íntima.

Aron K.L

Surfista no Urbano

Concepção da ação: estúdio nômade
Cliente: Free Surf 
Ação: Foto Conceito Catálogo Heroes 2009  
Centro de Porto Alegre
Data: 28 Outubro de 2008.

 

Danilo Christidis

Foto: Danilo Christidis

 

Teve gente que gritou “Vai pegar onda no Guaíba!”…Essa foi uma ação para se obter uma fotografia conceito para compor o próximo catálogo de roupas da marca Free Surf. Dentro de um planejamento integrado de ações de nomidia para divulgar a próxima coleção, essa é a primeira que mostramos aqui.

O centro de Porto Alegre foi surpreendido na manhã de terça pela  presença de um surfista  de long, tatuagem maori no rosto e prancha debaixo do braço, desfilando em plena Rua da Praia, descendo a Borges  até o Mercado Público. O trajeto de ida e volta deixou muita gente curiosa no vai e vem da hora do almoço.

A proposta do catálogo bate na idéia de que pessoas comuns podem ter certos poderes: os gênios que tem a capacidade de resolver qualquer tipo problema com tranquilidade; os guerreiros que se destacam na multidão e vencem batalhas a cada dia; entre  outras super capacidades baseados nas próprias caracteristicas humanas.

Transgressão das mínimas fronteiras

Concepção: Estúdio Nômade
Cliente: Braskem
Atividade de Relacionamento e Geraçao de Conteúdo
Data: 01 de setembro de 2008.

“Os cubos em geral são os suportes de uma exposição, são nestes blocos que se alocam as verdadeiras obras a serem apreciadas, restando aos cubos resignarem-se aos almoxarifados ao invés dos acervos. Aqui, portanto, ao tornarem-se protagonistas, os retângulos postos em linhas e colunas nos falam de uma ausência e de uma transmutação…”

O projeto Mínimas Fronteiras foi criado para gerar um estímulo interativo e experiencial no ambiente formal do evento Fronteiras do Pensamento. O grande número de jovens participantes nas conferências exigia uma atitude mais propositiva, mas não menos reflexiva e profunda.

A Estúdio Nômade foi contratada para desenvolver esse caminho de relacionamento e escolheu a noite de Philip Glass, músico e compositor norte americano, para iniciar seu trabalho. Mínimas Fronteiras foi uma proposta instigante que se criou a partir de um ícone, a figura do “prisma” foi capturada para preencher todos os espaços de interatividade do projeto.

A figura do prisma espelhado. Acéptico com ângulos retos foi inserida em ambientes urbanos. O resultado disso foi a etapa teaser da campanha.

Participaram na construção do projeto dois músicos (Gustavo Telles e Diego Silveira) e dois artistas visuais (Rommulo Conceição e Tina Felice).

No dia da conferência de Philip Glass os convidados foram surpreendidos por uma instalação de 9 prismas formando um grande cubo atravessado por espaços vazios. Na saída presenciavam os músicos Gustavo Telles e Diego Silveira realizando verdadeira marcha minimalista, entrando em diálogo com o palestrante da noite de altos etudos do Fronteiras do Pensamento. Philip Glass foi homenageado com uma ação híbrida entre o visual e o sonoro.

Postais com fotos do projeto foram distribuídos, convidando as pessoas a conhecerem o hotsite do Mínimas Fronteiras, dessa forma a campanha se extendeu no on-line. Neste ambiente as pessoas podiam baixar a trilha que foi gravada durante a performance e acessar conteúdos que foram sendo alimentados ao longo da campanha. Convidamos uma série de profissionais de diversas áreas para exporem suas opiniões sobre o minimalismo nas suas profissões.

O processo conseguiu ampliar o relacionamento da marca com o nicho gerando uma atitude propositiva de reflexão.


A obra Mínimas Fronteiras ainda foi para exposições no Centro Cultural Érico Veríssimo e para a FEEVALE em sua semana de arte contemporânea.

Fotos: Danilo Christidis

Daniel M.C.

Ação e Reação

O Tibet é aqui?

O Tibet é aqui?

Concepção: estúdio nômade
Cliente: Budha Khe Rhi
Ação: Divulgação institucional
Data: 14 de junho/2008

Quem saiu para passear no Brique da Redenção pela manhã do domingo 14 de junho, ou quem aproveitou a tarde ensolarada para ir ao Parcão deve ter se deparado repentinamente com a instalação humana de um monge tibetano rodeado por 150 metros de corrente. Preso, estático e imóvel. Os mais atentos podem ter seguido as placas “Free Tibet” que conduziam o caminho até ela. O fato é que a instalação esteve lá e provocou diferentes reações.

participação espontânea

participação espontânea

Em cada parque houve distintas maneiras de interação. Na Redenção, que é palco democrático e tolerante ao exercício da cidadania, a ação dividiu as atenções com outros tantos apelos e acomodou-se no ir e vir dos transeuntes. As reações encontradas no invadido Parcão se distanciaram das anteriores e demonstraram maior estranheza com a proposta. Juntando as respostas dos dois momentos foi possível compor um quadro heterogêneo das reações dos porto-alegrenses.

A criação artística/conceitual da manifestação foi obra da Estúdio Nômade, a pedido da Budha Khe Rhi.

O ato silencioso teve a pretensão de despertar olhares com autonomia de opinião, suscetíveis ao sensibilizar de novas causas, receptivos e, porque não, repulsivos. Toda e qualquer interjeição foi bem-vinda desde que não cedesse lugar à indiferença.

Prova de que não falar nada quer dizer muita coisa é assumir uma posição e vestir um ideal. Pois, independentemente da situação, para cada ação existe uma reação.

Fotos: Danilo Christidis

Mínimas Fronteiras na Fotografia


Concepção: estúdio nômade
Cliente: Copesul Braskem
Ação: Desdobramento da Ativação de Patrocínio
Data: entre 25 e 30 de agosto/2008

O ato de fotografar um cubo perfeito, camaleônico, percorrê-lo por distintos pontos da cidade e presenciar suas conseqüentes reações foram alguns dos sabores que pudemos experimentar em aceitar o desafio de tornar um quadrado de fórmica e inox em uma imagem esteticamente interessante.

 

Ao seguir a lógica de criação do projeto no processo de obtenção das imagens agregamos a fotografia com intervenção urbana e instalação, gerando a ocorrência in loco, seja ela qual fosse.

Uma avenida noturna, o jardim botânico, o estacionamento de um shopping, uma rua movimentada e um prédio clássico, foram os cenários onde a obra mínima pousou para as fotos. Esse processo se torna tão rico quanto o resultado final no quesito vivencial, para o artista e o público. A busca de um sentido abre a criativa imaginação, colocando-a em contato para além do estímulo da obra. O próprio direcionamento íntimo e subjetivo de cada um é estimulado pelo ponto de interrogação, abrindo vias. Sem explicações claras as opiniões ficam livres de um padrão, ou do certo e errado, o entendimento clássico de compreensão. Essa aceitação da falta de lógica, substituída pela perpetuação da pergunta é até mais importante que a própria compreensão, além de refrescar a “cuca” e apertar um breve stop dos passos rápidos diários. O olhar acostumado daqueles que passam todos os dias no mesmo lugar tem a oportunidade de ser surpreendido por algo inusitado.

 

Como seguir utilizando a fotografia sendo ferramenta deste processo, num sentido de uma criação mais aguçada e crítica é um desafio posto. Tanto as imagens expostas em lugares não usuais, como a bela intervenção em uma favela no Rio de Janeiro feita pelo fotógrafo francês JR, ou o próprio processo de obtenção das imagens como parte fundamental da obra, são possibilidades para seguir construindo a fotografia dentro da linguagem da arte contemporânea vivencial. Esta se torna um tanto mais democrática, já que acontece no centro da vida urbana, longe das paredes de museus e galerias de arte.

 

A la calle!

 

Fotos: Danilo Christidis

(as vezes) uma imagem vale mais que mil palavras

NOMIDA!

A propaganda caiu: NOMIDA!


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