Em plena Champs-Elysées, se pode observar uma vitrine que conseguiu integrar duas marcas através da arte. Uma instalação com máquinas de lavar roupa, manequins e roupas da Hugo Boss. Isso é uma tendência cada vez mais latente entre marcas que conseguem vislumbrar boas oportunidades em uma comunicação experimental através da arte.
Quem sai ganhando com tudo isso somos nós. Ao se deparar com um manequin vestido de Hugo Boss sentado dentro de uma máquina de lavar roupa, no mínimo, vai gerar uma curiosidade envolvente diferente de qualquer outra vitrine tradicional que insiste em dispor manequins com suas roupas dentro de um cenário qualquer.
Fascínio é esta busca incansável e sincera pelo sucesso do inusitado conceitual dentro das relações de novos formatos de comunicação.
