Sobre o concreto abaixo…
quase nada a dizer…
Não traduzo o som dos martelos paralelos que me transversam…
Já não me despertam…
Já sigo o sono…
O som da ruína que desaba, diária e certeira, me inclina mais ao sol
A luz desaparece a medida que o muro sobe.
Rodeado…
Aprendi que subo mais…
Δαnilo.
Fotos: Danilo Christidis



