Seguindo a linha do último post, ficamos em contato com a Assessoria do Minc que nos prometeu que enviaria um material exclusivo de esclarecimentos da reformulação da nova lei. Solicitamos o arquivo e eles nos enviaram com o objetivo de cumprir este papel de deixar o assunto com maior transparência.
Dando uma lida na última Aplauso, que traz na reportagem de capa este processo de reformulação da Rouanet, as opiniões são diversas com relação as mudanças. A impressão que se tem é que muita gente boa vai ter que se articular um pouco melhor para conseguir as aprovações dos projetos e a promessa que fica é de que a reforma vai trazer benefícios reais para a cultura.
O único jeito mesmo parece ser esperar para ver como vai se dar na prática essa reforma. Nós queremos que realmente haja uma parceria público-privada com estreitamento de laços operativos realmente. Espera-se uma postura mais coerente das empresas patrocinadoras de projetos na escolha daqueles que vão beneficiar. Da mesma forma, espera-se que os investimentos aumentem e se diversifiquem. Diversificação cultural. Aquecimento na produção de bons projetos artísticos-culturais que tragam retornos interessantes para a sociedade. A lei parece estar sendo reformulada para isso. Incentivar diversificação e estreitar um pouco mais a parceria público-privada.
Como o tal do Fundo Nacional de Cultura irá funcionar na prática é uma questão que teremos que acompanhar na prática para entender se realmente será mais fácil, menos burocratico e valorizando a proposta artística do projeto. A intenção é ótima de ampliar uma captação que acabava ficando nas mãos de uma aquecida indústria de Rouanet.
Dá uma olhada aqui para ver a nova Lei
Aron K.L